Vereador de Maceió · PSDB
Eduardo Canuto
Vereador de Maceió · PSDB. Em 2025, recebeu R$ 18.517 por mês, em média (salário e auxílios, bruto). Números oficiais da Câmara Municipal de Maceió, com o link de cada valor.
Todo mês, dinheiro público paga o salário, os auxílios e as despesas de quem te representa. Veja quanto vai para cada um, de deputados e senadores a ministros, governadores, prefeitos e vereadores, compare com os colegas e com o salário mínimo e confira a fonte oficial de cada número.
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Vereador de Maceió · PSDB
Vereador de Maceió · PSDB. Em 2025, recebeu R$ 18.517 por mês, em média (salário e auxílios, bruto). Números oficiais da Câmara Municipal de Maceió, com o link de cada valor.
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Entenda
Representa a população do seu estado na Câmara dos Deputados. Estados com mais gente elegem mais deputados: de 8 a 70.
Representa o estado no Senado Federal. Todo estado tem 3 senadores, não importa o tamanho.
Valor bruto mensal fixado em lei, antes do imposto de renda e da previdência. Desde fevereiro de 2025 é de R$ 46.366,19, o mesmo valor do teto do funcionalismo. Pode ser menor em meses com faltas ou licença.
Pago em duas parcelas, como para qualquer trabalhador.
Dinheiro mensal para despesas do mandato: passagens, escritório no estado, combustível, divulgação e outras. É reembolsado mediante nota fiscal. Na Câmara, o limite vai de R$ 41,6 mil (DF) a R$ 58,5 mil (RR) por mês, por causa do preço das passagens até Brasília. O que não é usado num mês acumula para os meses seguintes do mesmo ano.
É o dinheiro que paga as pessoas que trabalham para o parlamentar; não vai para o bolso do parlamentar, por isso aparece separado. Na Câmara, cada deputado tem até R$ 165.806,07 por mês (a verba de gabinete) para pagar até 25 secretários parlamentares; contamos quem trabalhou em cada mês. No Senado, os assessores comissionados são pagos direto pela folha; o custo e o número de pessoas por senador são uma estimativa nossa, feita a partir da folha de pagamento.
Quem não mora num dos apartamentos funcionais em Brasília pode receber auxílio-moradia: R$ 4.253 por mês na Câmara e R$ 5.500 no Senado.
Os dados vêm do Portal da Transparência. Vai para o bolso: o salário (R$ 46.366,19 por mês em 2025, o mesmo dos parlamentares), o 13º, as férias e os jetons, pagos a quem participa de conselhos de estatais e de outras entidades. Gastos do cargo: as viagens oficiais (diárias e passagens compradas). Ministros não têm cota parlamentar nem verba de gabinete. Voos em aviões da FAB e no avião presidencial não têm custo publicado, por isso o presidente aparece praticamente só com o salário. Os jetons de Itaipu, que é binacional, não aparecem no Portal. Ministro que é deputado ou senador licenciado pode receber o salário pelo Congresso; nesses meses, usamos o valor pago pela Câmara ou pelo Senado. O Portal publica os salários com uns 2 meses de atraso.
São 5.568 câmaras e cerca de 58 mil vereadores. O salário de cada vereador é definido por lei da própria Câmara e publicado só no portal de cada uma, sem uma fonte nacional. Por isso mostramos, para todas as cidades: quanto a Câmara gastou no ano (tudo: vereadores, servidores, prédio, contratos), segundo as contas que a prefeitura entrega ao Tesouro Nacional (Siconfi, função Legislativa, despesas liquidadas); esse gasto por mês, por habitante e dividido pelos vereadores; os vereadores eleitos em 2024 (TSE); e o teto do salário do vereador, que a Constituição (art. 29) fixa entre 20% e 75% do salário do deputado estadual, conforme a população.
Na capital paulista, a própria Câmara Municipal publica dados abertos de cada vereador, e mostramos cada um como os deputados. Vai para o bolso: o salário (subsídio), igual para todos: R$ 24.754,79 em janeiro de 2025 e R$ 26.080,98 desde fevereiro de 2025, o máximo que a Constituição permite. Suplentes recebem pelos dias no cargo. A Câmara só mostra o contracheque de cada vereador para quem informa um CPF, por isso descontos, 13º e outros pagamentos não aparecem. Gastos do mandato: a verba do gabinete (Auxílio-Encargos Gerais de Gabinete), de até R$ 34.706,25 por mês em 2025 e R$ 36.018,75 em 2026, usada com nota fiscal em conteúdo para redes sociais, material gráfico, carros, escritório e serviços de empresas; o que sobra no fim do ano volta para a Câmara. Mostramos cada tipo de despesa e os maiores fornecedores. Equipe do gabinete: quantas pessoas trabalham em cada gabinete e em quais cargos, pela lista de funcionários da Câmara; o custo da equipe não é publicado sem CPF.
Em outras dez capitais (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e São Luís), a Câmara também publica dados de cada vereador, e mostramos cada um como em São Paulo. Cada Câmara publica coisas diferentes, e cada página diz o que entra. Vai para o bolso: onde a folha de pagamento da Câmara tem o nome de cada vereador (Goiânia, Maceió, Manaus, Recife, São Luís e, no Rio, o contracheque dos meses em que alguém entrou ou saiu), o que ela mostra mês a mês; em Fortaleza, o subsídio de cada mês pela folha; nas outras (Natal, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio), o subsídio fixado em lei, pelos dias no cargo, e, onde é publicado, o auxílio-alimentação. Quem estava no cargo em cada mês sai da folha, da lista de presença (Belo Horizonte), das datas de posse e licença (Rio) ou da prestação de contas da verba (Natal e Porto Alegre): assim os suplentes que assumiram entram só nos meses em que ocuparam a cadeira. Gastos do mandato: a verba do gabinete de cada Câmara (CEAP em Manaus e Goiânia, SDP em Fortaleza, Cota em Natal, Verba Indenizatória no Recife, Quota Básica Mensal em Porto Alegre, custeio parlamentar em Belo Horizonte e a cota de combustível no Rio). Em Manaus, Fortaleza e Natal vem nota por nota, com o fornecedor; nas outras, por tipo de despesa. Em Maceió, a verba indenizatória foi publicada só para parte dos vereadores e fica de fora até sair completa; em São Luís, as páginas da verba pedem que robôs não as leiam. Equipe do gabinete: em Goiânia, Maceió, Manaus, Recife e São Luís, os assessores lotados em cada gabinete e quanto custam, pela folha da Câmara; no Rio, os cargos de cada gabinete, pela relação de servidores. Vereadores só se comparam com os da mesma cidade. O CPF dos assessores não é guardado, e os descontos da folha (como empréstimos) não são lidos.
O salário do governador e do vice (o subsídio) é fixado por lei em cada estado, votada pela Assembleia Legislativa (no Pará, por decreto legislativo). Não existe uma fonte nacional com esses valores, e cada estado publica a folha de pagamento do seu jeito. Por isso, montamos a lista à mão, estado por estado, e cada valor traz a sua origem:
É o salário bruto do cargo, por mês, antes do imposto e da previdência. Nem sempre é o que a pessoa recebe: quem é servidor de carreira pode escolher o salário do cargo de origem (a governadora de Pernambuco recebe como procuradora do Estado), e quem assume o governo interinamente, como o presidente da Assembleia ou do Tribunal de Justiça, pode continuar recebendo pelo seu órgão. O subsídio do governador é também o teto salarial dos servidores do Poder Executivo do estado (Constituição, art. 37, XI), a não ser onde o Estado adotou um teto único, o dos desembargadores; e nenhum governador pode ganhar mais que um ministro do STF (R$ 46.366,19). Em 2026, vários governadores deixaram o cargo em março e abril para disputar a eleição, e os vices assumiram: para cada estado, mostramos quem governa hoje, quem governou desde 2023 e desde quando vale cada valor. Mês a mês: em 24 estados (todos menos Amapá, Mato Grosso e Tocantins), a folha de pagamento do Estado, com o nome de cada servidor, abre para o nosso robô, e mostramos também o que o governador e o vice receberam de fato em cada mês desde janeiro de 2025: o salário, o 13º, as férias, os auxílios e, no mês da saída, os acertos (férias não tiradas e 13º proporcional), já sem o abate-teto e antes do imposto. Parte do 13º costuma ser paga adiantada no meio do ano e descontada da folha de dezembro, que traz o 13º inteiro: tiramos o adiantamento de dezembro, para não contar duas vezes. Cada folha separa as partes de um jeito, e a página de cada estado explica. Os gastos do cargo (residência oficial, carro, segurança, viagens) não são publicados por pessoa.
Em São Paulo, no Recife, em Fortaleza, em Vitória e em Porto Alegre, a Prefeitura publica todo mês a folha de pagamento com o nome de cada servidor, e mostramos quanto recebem o prefeito, o vice e os secretários municipais (em São Paulo, também os subprefeitos), mês a mês, desde janeiro de 2025. Vai para o bolso: a remuneração bruta da folha, antes do imposto e da previdência, com o 13º, as férias e os pagamentos atrasados nos meses em que são pagos. Cada folha é de um jeito: São Paulo, Recife e Porto Alegre separam o salário, o 13º e as férias; Fortaleza e Vitória dão só o total do mês, e o que passa do valor normal da própria pessoa aparece como "outros pagamentos". Quem saiu recebe no último mês os acertos (férias e 13º proporcionais); esse valor aparece à parte e não entra nas médias. Secretário que recebe de outro órgão (servidor cedido por outro órgão, ou vereador licenciado que ficou com o salário da Câmara) aparece na folha da Prefeitura com só uma parte do salário, ou nada; esses meses ficam fora das comparações. A folha diz o órgão onde cada secretário está lotado, que nem sempre é a pasta que ele comanda: em Fortaleza, os secretários regionais aparecem todos lotados na Secretaria de Governo, e é assim que os mostramos. As prefeituras não publicam gastos por pessoa (carro oficial, viagens, equipe), então aqui entra só o que cada um recebe. Vereador que vira secretário se licencia da Câmara: mostramos os dois cargos, cada um nos seus meses. Em São Paulo, quem tem decisão judicial para não aparecer na folha não aparece. Cada página de cidade explica as particularidades daquela folha.
A ajuda de custo é um salário extra pago no começo e no fim do mandato. As diárias são pagas em viagens oficiais, para cobrir hospedagem e alimentação.
Ao lado dos salários mínimos, mostramos quantos brasileiros que trabalham ganham menos do que o político. A comparação usa a PNAD Contínua, a pesquisa oficial de emprego e renda do IBGE: o rendimento mensal habitual de todos os trabalhos, bruto (antes do imposto e da previdência, como o salário do político), das pessoas ocupadas que têm renda do trabalho. Juntamos os quatro trimestres mais recentes, para ter mais gente na ponta de cima, e convertemos cada renda em salários mínimos do seu ano, a mesma régua usada para o político.
Do lado do político, entra a média do que vai para o bolso no período escolhido (na página do governador, o salário do cargo). Essa média inclui o 13º, as férias e os auxílios, que a PNAD não conta como renda habitual.
Não comparamos com a população inteira, porque ela inclui crianças e quem não tem renda, e o número ficaria inflado. As pesquisas domiciliares também captam mal as rendas mais altas (quem ganha muito responde menos). Por isso, o percentual real deve ser um pouco menor que o mostrado. Arredondamos sempre para baixo e nunca mostramos mais que 99,9%.
Todos os números vêm de dados públicos oficiais, e cada página mostra a fonte de cada valor.